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Equoterapia

Postado no dia 18/agosto/2010 em animais,Comportamento,Medicina,Qualidade de Vida,Saúde por Maria Lúcia

?Não só as pessoas sadias como portadores de seqüelas de paralisias cerebrais, lesão medular, traumatismo crânio-encefálico, acidente vascular cerebral,  síndromes neurológicas (Down, West, Rett),  déficits sensoriais, autismo, hiperatividade, deficiência mental, alterações do comportamento, dificuldades da aprendizagem ou da linguagem e outras afecçõ es podem se beneficiar da equoterapia.

Ela tem por finalidade o desenvolvimento bio-psico-social e o desenvolvimento cognitivo, psicomotor e afetivo, através da prática de atividades eqüestres e de técnicas de equitação  ajudando essas pessoas a diminuir suas limitações.

Ajuda a trabalhar o equilíbrio do tronco, melhora a sustentação da cabeça, relaxa a hipertonia muscular, mobiliza as articulações do quadril, da pelve e

da coluna vertebral.

Até hoje, nenhum aparelho consegue replicar, com perfeição, os movimentos tridimensionais e multidirecionais do cavalo sobre o cavaleiro.

Algumas características do cavalo e a sua utilização na Equoterapia:

  • Movimento tridimensional do dorso do cavalo: ajuda a fornecer imagens cerebrais seqü enciais e impulsos importantes para se aprender ou re

    aprender a andar.

  • Movimento rítmico – balançante: estimulam o metabolismo, regulam o tônus muscular e melhoram os sistemas cardiovascular e respiratório.
  • Movimento e a mudança de equilíbrio constante: estimulam o sistema vestibular e solicitam uma adaptação incessante do próprio equilíbrio, fortalecendo a musculatura e a coordenação.
  • Imponência e altura do cavalo: desenvolvem a coragem, a autoconfiança, a concentração, sentimento de independência.
  • Docilidade e o contato do cavalo: desenvolve a calma, a capacidade social e na comunicação.

Até a próxima!

Maria Lúcia

Clínica Veterinária Cães e Gatos

Pensando em adquirir um animal de estimação?

Postado no dia 2/dezembro/2009 em Comportamento,Pets,Qualidade de Vida por Maria Lúcia

Quando resolvemos adquirir um animal de estimação, devemos sempre levar em consideração algumas questões:

Qual finalidade?

Guarda, companhia, esportes, trabalho.

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Toda raça carrega em sua herança genética não só o lado fenotípico (estrutura) como a predisposição comportamental.

E a pel

agem? Tanto cães como gatos possuem uma variedade de pelagem que dão menos ou mais trabalho.

Pelagem curta como no Boxer, Beagle, Siamês é mais simples seu cuidado.

Já pelagens média ou longa como Akita, Cocker spaniel, Poodle, Afghan Hound, Persas, exigem cuidados diários para a manutenção de uma pelagem desembaraçada e bonita além do trimming (corte de pelo) de certas raças.

Macho ou fêmea?

Quando já se tem um animal, devemos considerar o sexo do próximo, porque algumas raças brigam mais quando colocados com outros do mesmo sexo.

Há a possibilidade de acasalamentos indesejados quando não há infraestrutura adequada para separação das fê meas no cio.

Os latidos e uivos pela separação nessas ocasiões são freqüentes e alguns cã es param de se alimentar.

Que tamanho?

Gatos variam pouco em tamanho, mas cães, temos desde um chiuhauha adulto que pode pesar 500 g até um São Bernardo que pode pesar 80 KG ou mais.

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Quanto espaço tenho?

Certas raças necessitam de mais espaço por serem mais ativas, outras são mais tranqüilas, podendo ser criadas em pouco espaço, ou mesmo em apartamento.

Não compre cães ou gatos de procedência desconhecida! Pelo menos a mãe e o pai do filhote, assim como o local que ele foi criado devem ser conhecidos.

O sofrimento da perda do animal de estimação é maior que o prejuízo material.

A aquisição de um animal adulto, pode demorar um pouco mais de tempo na adaptação com novo proprietário, mas com um pouco de paciência se tornará uma ótima companhia e muitas vezes excelente guardião.

Abraços

Maria Lúcia de Souza

Veterinária