… Se não fosse a mulher “Mimosa Flor”, a história seria mentirosa…
Há, aproximadamente, 10 anos, no dia
8 de março, utilizo t od
a a minha inspiração de vida, para, de um jeito bastante carinhoso, prestar minha homenagem à s mulhere
s de todo o mundo.
Nesta data, nos quatro cantos do universo, comemora-se o Dia Internacional da Mulher, uma festa que, sem sombra de dúvidas, será novamente celebrada de maneira “pra” lá de grandiosa.
Esta comemoração me faz recordar, com muita alegria, de um tempo que, infelizmente, ficou para trás, mas que serviu de mola “mestra” na sustentação de tudo o que hoje proponho fazer; uma época em que não se comemorava o Dia Internacional da Mulher como nos dias atuais, porém, “nóis”, apesar da pouca idade, já sentíamos na mulher, uma razão forte de ser, uma fonte de alento bastante rica e o mais importante ainda, tínhamos a certeza de que os nossos sonhos de uma vida completa seriam concretizados.
Naqueles tempos tudo era puro, encantador e ch eio d
e esperanças. Evidentemente que o charme e o encanto feminino já faziam a diferença e as nossas musas já eram valorizadas. O que se ouvia, principalmente, de músicas bonitas em todas as emissoras de rádio do país endeusando as mulheres era algo inacreditá vel e gostoso de sentir.
De cada três, duas, com certeza, enfocava a importância da mulher na vida de um homem.
A maior prova disso é o título utilizado nessa mensagem: … Se não fosse a mulher “Mimosa Flor”, a história seria mentirosa….
Essa pintura de música (MULHER NOVA, BONITA E CARINHOSA FAZ O HOMEM GEMER SEM SENTIR DOR) dos compositores Otacílio Batista e Zé Ramalho foi uma das mais tocadas na época da Jovem Guarda; muitíssimo bem interpretada pela cantora Amelinha, ela retratava a história de vida de um homem violento (Virgulino Ferreira, o Lampião), “dono” absoluto do sertão nordestino e possuidor de um coração carregado de maldade, mas, que acabou se rendendo aos encantos e aos caprichos de uma linda e sedutora mulher (Maria Bonita). Lamentavelmente, nos dias atuais, os compositores reservam os maiores espaç os para coisas banais.
Daí….
Pois bem, eu que estava afastado das colunas jornalísticas há algum tempo e que, durante toda essa estada por este mundo passageiro aprendi a admirar mulheres como a Senhora Tereza de Almeida (minha saudosa “mãezona”), a minha alma gêmea Rose de Almeida, minhas três lindas “pimpolhas” (Flávia, Fernanda e Franceli) e um número incalculável de amigas, mais uma vez, sou contemplado com
um presente especial.
A oportunidade de voltar às atividades escrevendo um pouco sobre essa significante data, realmente, me deixa feliz e com a sensação de ter conquistado um prêmio valiosíssimo, à altura dos aplausos que, certamente todas as mulheres receberão durante o seu dia.
Através da “mimosinha” mais linda da minha vida, a princesinha Ana Clara de Almeida Projante (foto), minha querida netinha, que também faz a alegria dos meus dias, cumprimento todas as mulheres do mundo, muito especialmente, essas “guerreiras” brasileiras que, a cada dia que passa, conquistam espaços preciosos em todas as esferas deste país cheio de preconceitos e injusto socialmente.
Parabéns, pelo seu dia, Mulher “Mimosa Flor”. Que Ele, o Todo Poderoso esteja a seu lado, em todos os momentos deste dia festivo e de suma importância para a elevação do nível de consciência de toda a humanida
de.
Nada é mais agradável do que aproveitar esta sincera homenagem que presto a todas as mulheres, para enviar um abraço especial a uma pessoa ilustre da nossa cidade, que, além de acompanhar bem de pertinho tudo o que o meu coração tenta levar adiante, ainda é leitora assídua dos meus contos semanais: a sempre simpática, carinhosa e eterna Primeira Dama do Município, Dona Erotildes Cury.
Rubens de Almeida – Alemão
alemao@asu.com.br


Faça um comentário