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Inovação: Esta é a nova realidade.

Postado no dia 21/fevereiro/2010 em Comportamento,Consumidor,Economia,Marketing,Mídias Digitais,Novas Tecnologias por Henrique Teixeira

Você acha que as empresas vão durar para sempre fazendo as mesmas coisas e do mesmo jeito?

Obviamente algumas pessoas podem responder qu e s

im. Eu digo que algumas podem, mas a grande maioria não. E sabem por quê?

Porque as empresas e seus negócios devem ser orientadas ao cliente e, é ele quem dita a regra do jogo.

Mas de que tipo

de inovação estou falando

? Ora, esse é o negócio, inovar, e sempre.

Não estou dizendo que as empresas devem mudar de ramo ou coisa do tipo. Nem é preciso investir quantias altíssimas em computadores mirabolantes, sistemas de informação caros. Claro que o investimento em tecnologia é uma coisa que nenhuma empresa pode deixar de pensar, mas muitas vezes não é por esse lado que falo em inovação.

O que se pode fazer em termos muito práticos é  pensar um pouco mais à frente e imaginar como o cliente gostaria de ser recebido, atendido, tratado.

E isso nem sempre está ligado à informatização.

Inove em vários sentidos. Crie uma pági na

na web, mesmo que seja institucional.

M ostre-se para

o mundo.

Talvez se consiga conquistar um público potencial que ainda não é seu cliente, porque este público procura tudo na web antes de procurar no mercado local.

Este investimento não tão dispendioso financeiramente.

Crie novos serviços. Abra canais de comunicação com seu cliente. Entregue junto com o produto um informativo sobre seu negócio e deixe que ele diga o que gosta, como gosta e até o que não gosta. Aliás, é para ele, o cliente, que os negó cios se abrem.

Mas lembre-se, uma vez aberto a críticas, aceite-as e corrija os pontos apresentados, pois assim seu público vai perceber que existe interatividade.

Inove também na forma de atendimento. Como? Isso é seu público quem vai dizer.

Deixe tudo muito claro, iluminado, arejado, clean.

Faça seu cliente se sentir a vontade e com isso ter desejo de permanecer no local. Logo, ele vai perguntar sobre um produto e/ou serviço e aí é o momento da ven

da.

Fácil? Claro que não, mas ficar fazendo as mesmas coisas do mesmo jeito nã o vai atrair nem

os atuais clientes, quanto mais novos.

Inove, sempre.

Sucesso e abraços.

Adm. Henrique Teixeira

CRA-SP 105789

Mas afinal, o que está acontecendo?

Postado no dia 1/dezembro/2009 em Marketing,Mídias Digitais,Novas Tecnologias por Henrique Teixeira

Apesar de estarmos totalmente globalizados, vendo chegar “Gerações X e Y”, negócios sendo feito via internet a tod o m

omento, velocidade de transações até muito pouco tempo impensadas, vemos por todos os lados

os op

ostos de tudo isso.

E não está longe do nosso dia-a-dia.

Está ao nosso lado.

Vemos a todo instante os especialistas dizendo sobre a nova economia e o novo jeito de comprar, vender e fazer negócios. Mas isso nós líamos há 6 ou 8 anos atrás…

Pois bem. Estas pessoas, hoje, são as consumidoras que estão movendo nossa economia. Hoje elas estão comprando, vendendo e fazendo negócios on-line.

E será que as empresas ainda não perceberam isso?

Para não ficar citando exemplo de outros, aí vai um caso que aconteceu comigo enquanto pensava neste post.

Estava a procura de uma simples cuba para pia e, lógico, fui procurar na grande rede para, além de ver modelos e marcas, procurar pelo melhor custo/benefíco. Pois bem, não encontrei uma empresa sequer de nossa terra que faça a venda direta on-line.

Fui um pouco insistente e encontrei uma loja, na cidade de Jaú-SP, da qual já sou cliente, que fez a venda on-line e ainda me deu todo o atendimento, diga-se de passagem que foi além do esperado, passou todas as orientações e o produto já está em minhas mãos. Sem perda de tempo! E o melhor, foi o melhor preço encontrado. Estou satisfeito.

Nesses tempos em que não se tem muito tempo pra ficar à procura de loja em loja, a internet se torna a grande vitrine do negócio. E digo mais, se torna um grande PDV para negócios dos mais variados segmentos.

As empresas não podem mais desprezar esta ferramenta.

Aqueles que o fizerem, correm o risco de serem esquecidos.