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A melhor saída é não entrar!

Postado no dia 3/novembro/2011 em Comportamento por Rubens de Almeida

Interessante essa afirmação não? Confesso que conheço outras frases, igualmente enfáticas, controversas em seu conteúdo, entretanto, esta, talvez pela rápida informação face a agravante evolução que as drogas vêm conquistando, atingindo todas as classes, mereça de todos nós, uma reflexão maior e muito mais profunda.

Por si só este slogan já chamaria a atenção, pois instiga a querermos saber mais.

Porém a mensagem ainda é mais atraente quando sabemos do seu importante significado: levar um programa de conscientização sobre as drogas para fomentar um debate sobre o seu avassalador crescimento e a consequente destruição dos lares e de suas famílias.

Este programa que já está sendo colocado no papel por Mauro Henrique Dias, um jovem cidadão que, por sua atuação junto à comunidade carente, sofre junto com muitas mães, a dor de ter um filho dependente químico (muitas mesmo), num curto espaço de tempo pretende informar uma grande camada de jovens cujo foco será as escol

as botucatuenses.

Também não tenho dúvidas de que este projeto (DROGAS; DESAPAREÇA COM ESSA IDEIA), se tiver a devida atenção das instituições que serão convidadas a participar e a consolidá-lo (Prefeitura Municipal, Secretaria de Educação do Município, Diretoria de Ensino e Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar – FAMESP), certamente, muitas famílias serão preservadas da triste dor de ver um filho envolvido com esse terrível mal que, na maioria das vezes, não tem volta.

O objetivo do programa consiste em, através do encantamento de um show de mágicas, tentar reduzir o interesse ao consumo de drogas. Todas as informações serão apresentadas com muito humor e oratória apropriada a cada faixa etária.

Evidentemente que, em determinados bairros do município, mais propriamente em algumas escolas, já existem pessoas e instituições que levam mensagens positivas a nossa juventude (a Polícia Militar, por exemplo), no entanto, pela complexidade do assunto e, principalmente pelo agravo da situação que vem castigando muita gente, temos que unir forças, fazendo uma corrente pra frente para ajudar na orientação.

Pelas andanças que faço por todos os cantos da cidade e, mais ainda, por conhecer muitos quadros desoladores envolvendo famílias e mais famílias que sobrevivem, cotidianamente, em meio a muito sofrimento causado por esse terrível mal, também fui convidado a abraçar esta maravilhosa causa.

Prazerosamente, abraçarei todas as pessoas que fizerem parte desta corrente; obviamente, que não tenho a mesma força de uma dessas instituições que estão sendo convidadas a participar deste empreendimento, mas, com muito orgulho, o projeto terá toda a minha energia divina e todo o meu esforço para que obtenha total êxito.

Se Deus quiser, além das parcerias, este “menino mágico” encontrará um número expressivo de cidadãos que o acompanharão em todas as escolas da sempre hospitaleira e abençoada Botucatu.

Parabéns, querido “mágico” Mauro Henrique Dias, por tão nobre preocupação com aqueles para os quais temos a esperança de um amanhã melhor (as nossas crianças) e, principalmente, em se solidarizar com inúmeras famílias que têm em seu lar, alguém (filho, irmão, esposo, etc.) que, infelizmente, um dia, não pensou que neste maldito “mundo das drogas”, a melhor saída seria nã o ter entrad

o.

Meu carinhoso abraço desta semana é dedicado a todos os meus colegas funcionários das Casas de Apoio, bem como aos meus amigos diretores da FAMESP.

Acredite, com as graças DELE, inauguramos, na tarde de ontem, a quarta “moradia” que abrigará aqueles nossos irmãos que vêm a Botucatu na esperança de recuperar sua saúde.

Rubens de Almeida – Alemão

alemao.famesp@gmail.com

Êta Brasil Brasileiro!

Postado no dia 14/julho/2011 em Comportamento por Rubens de Almeida

Querido leitor, graças a Deus que a proteção divina tem sido grande, afinal, no mês passado, com muita devoção, participamos das mais variadas festividades em comemoração a três Santos Padroeiros de muitos brasileiros: São João, São Pedro e Santo Antonio, senão seria difícil demais tolerar todas as barbaridades que nos são enfiadas goela abaixo (transmitidas pelos meios de comunicação em forma de notícia) diariamente.

Só na última semana, duas vergonhosas notícias “chacoalharam” os bastidores da imprensa brasileira.

Claro que aquela babaquice do tal de Galvão Bueno que, com aval de outro apresentador “global”, Fausto Silva, num programa de entrevistas disse que o ex-jogador Casagrande, também comentarista esportivo da emissora

carioca, é um exemplo de superação, sequer chegou a ser notado por quem acompanha os noticiários, senão… .

A primeira “bomba” anunciada – que, inclusive, foi manchete em capas de todos os jornais de grande circulação do nosso Estado, no sábado que passou – dava conta de que o Senhor Procurador Geral da República, Roberto Gurgel pediu a prisão de 36 pessoas ligadas, diretamente, ao bem “avaliado” governo do Ex-Presidente, Luiz Inácio Lula da Silva.

Quem não se lembra do famoso (imaginário para muitos companheiros) mensalão, aquele que o nosso respeitado Ex-Presidente da Repú blica disse desconhecer

? Só que, coincidentemente, o “patriarca” desse abuso (o Ex-Ministro, Chefe da Casa Civil, José Dirceu) acabou tendo os seus direitos políticos cassados por algum tempo.

Depois, na noite de domingo, os profissionais de um outro canal de destaque, no quesito audiência, a TV RECORD, do todo poderoso, Bispo Edir Macedo, “descobriu” que o Presidente da CBF – Confederação Brasileira de Futebol – Ricardo Teixeira é trapaceiro de altíssimo nível. Denúncias gravíssimas foram levadas ao ar, por mais de uma hora, numa “baita” reportagem, na telinha daquela emissora. O pior disso tudo é que ninguém da CBF questionou na

da. Será que a lei de imprensa não foi respeitada ou o “dono” da CBF vai esperar a poeira baixar e utilizar os mesmos mecanismos que são frequentes no Palácio dos Trê s Podere

s para se defender? Quanta estupidez! Como é nojento ocupar cargos elevados em instâncias “nobres” deste país de poderosos! Nego-me a opinar sobre as tais “façanhas” denunciadas envolvendo o Presidente Ricardo Teixeira.

Tudo isso é muito triste. Em qualquer país sério, esses fatos seriam punidos com veemência, no entanto, aqui, neste lindo Brasil (“tocado” por meia dúzia de picaretas), certamente, nada de anormal acontecerá.

Mais lamentá vel ainda foi assistir nesses mesmos canais televisivos algumas reportagens feitas com moradores de rua da capital paulista, numa das noites mais frias do ano.

Foi doloroso demais saber que neste país rico como o nosso ainda nos deparamos com irmãos que padecem da dor do frio.

Mais triste ainda foi ver aqueles pais e mães (brasileiros como eu e você) mostrados na reportagem, tentando, a todo custo, buscar saídas para que, pelo menos, os seus filhos não sentissem o difícil amargor de uma baixa temperatura.

Como disse no início desta manifestação, ainda bem que estamos vivendo um período que nos proporciona, entre outras coisas, a oportunidade de vivenciar momentos de paz e inocência com as festas “juninas” e “julinas”; entretanto, posso assegurar que a minha vontade maior era a de esconder toda a frustração que senti e que me acompanhou quando, perplexo, assisti os noticiários, porém, como qualquer brasileiro, confesso que, aguardo um desenrolar justo (nos dois episódios), com punição severa a quem faz por merecer.

Pois bem, deixando esses dissabores de lado, e voltando ao assunto inicial, com muita satisfação, vou contar um pouquinho de uma das muitas FESTAS JUNINAS e JULINAS de que participei: a festa realizada na sede de um lugar especialíssimo na nossa cidade: a FAMESP – Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar.

Como ocorre nestas festanças, na da FAMESP não foi nada diferente.

Um som típico, trajes a caráter, muita pipoca, algodão doce, amendoim, doce de batata, de abobora (nada de quentão e vinho quente) e até uma dança de quadrilha fizeram, ao longo do dia, a alegria, não só dos organizadores, mas de toda a comunidade de funcionários que participaram ativamente das maravilhas oferecidas pelo setor de RH desta brilhante Instituição de amparo e desenvolvimento do nosso HC.

Aliás, esse verdadeiro encontro festivo de servidores (de todos os setores e das mais variadas categorias profissionais) realizado num palco que acabava de receber ilustres autoridades, para outra festividade importante se transformou num autêntico “arraiá”. Quem lá esteve, pôde curtir muito, muito mesmo uma autêntica Festa “Julina”.

Meu carinhoso abraço desta semana é ofertado, especialmente, a uma pessoa admirável (este sim um exemplo de superação) que, há algum tempo está hospedado na nossa Casa de Apoio ao Paciente Oncológico para recuperar, o mais rapidamente possível, a sua saúde e que já faz parte da minha riquíssima galeria de amigos: Manuel Rodrigues Furtado, o moço de Palmital.

 

Rubens de Almeida – Alemão

alemao.famesp@gmail.com