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“… Nossa Senhora me dê a mão, cuida do meu coração…”

Postado no dia 13/outubro/2011 em Botucatu,Eventos,Solidariedade por Rubens de Almeida
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Mais uma vez, os dizeres de uma das músicas mais bonitas (NOSSA SENHORA) que o Rei Roberto Carlos

canta em todas as suas apresentações, por este Brasil

afora: “… Nossa Senhora me dê a mão, cuida do meu coração…”, veio à nossa mente de um jeito bastante especial, mesmo porque, n o d

ia 12

de outubro, comemoramos o Dia da Padroeira do Brasil.

Esse verdadeiro hino que presta uma maravilhosa homenagem à Nossa Protetora, Nossa Senhora Aparecida, com certeza, naquela data, foi cantado em todos os cantos deste país injusto socialmente, porém, formado por pessoas, que em momento algum, deixam de acreditar na religiosidade.

Naquele dia também festejamos o Dia das Crianças e “nóis”, ao lado de todo o pessoal do Projeto “CRIANÇA FELIZ”, estivemos fazendo muitas “artes” com a gurizada lá do sofrido Distrito de Vitoriana e obviamente, fizemos de tudo para que essa tão importante data para as crianç as fosse vivida com muita intensidade.

Mais uma vez, oferecemos muita pipoca, cachorro quente, algodão doce, muito sorvete, refrigerantes, um “montão de brinquedos e, o mais importante, bastante carinho a todas as crianças daquela localidade; quando o relógio apontou meio dia, exatamente como sempre fazemos, há anos, interrompemos a festança e, de mãos dadas, cantamos, como forma de homenagear a Nossa Padroeira essa bela e encantadora canção do Rei Roberto Carlos.

Como a fila continua andando, eis que, novamente tivemos a oportunidade, numa ocasião “pra” lá de especial, de abraçar as crianças (aliás, uma mais bonita do que a outra) daquele lugarejo e também agradecer à Nossa Protetora por tudo aquilo de bom que Ela tem nos proporcionado.

Afinal, quem de nós um dia, num momento desesperador, daqueles em que tudo parece vir abaixo, não se ajoelhou e pediu ajuda à Nossa Querida Aparecida?

Não tenho dúvida nenhuma de que outro dia inesquecível marcou positivamente o coração de todos os integrantes desse “time” de voluntários que, há mais de uma década, ao mesmo tempo em que se curva ao lindo olhar e ao mais puro sorriso de uma criança, implora a Ela que continue a nos dar força na trajetória d esta nossa

estada por este mundo incerto e passageiro.

S alve, s

alve a Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida.

Com a ajuda Dela, fizemos a alegria de toda a meninada (perto de 500 crianças) da nossa queri

da Vitoriana. Certamente, conseguimos pagar um pouco, um pouquinho só, de uma dívida assustadora que temos com Deus.

Rubens de Almeida – Alemão

alemao.famesp@gmail.com

A Seresta Tropical da Ferroviária “Arrebentou”.

Postado no dia 11/outubro/2011 em Eventos,Geral por Rubens de Almeida
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Perto de 200 casais entre associados da Associação Atlética Ferroviária e alguns convidados, tiveram o privilégio de curtir, por algumas horas, muitas músicas das boas e saborear uma grande variedade de frutas, durante a Seresta Tropical realizada na noite do sábado, dia 08, no Ginásio de Esportes II do “Tricolor da Baixada”.

Muito bem decorado, aliás, todinho enfeitado com motivos típicos dos países tropicais, o ginásio também parecia estar em estado de graça, tamanha a beleza de toda a sua extensão. As pouco mais de 120 mesas, espalhadas pelo salão, cada uma com uma enorme bandeja de frutas e outras, bem maiores e também repletas de frutas, espalhadas em pontos estratégicos daquele aconchegante ambiente, igualmente, completaram o bonito visual deste baile

que caiu no agrado dos amantes da Dança de Salão.

Logo na chegada, os casais – como sempre, recepcionados de maneira muito elegante pelos funcionários do clube – depararam-se com um apetitoso aperitivo oferecido pelos dirigentes tricolores; por várias horas, não faltaram “batidinhas” para todos os gostos aos convidados.

Apesar da garoa que tomou conta de toda a madrugada, o clima entre os seresteiros era muito acalorado, já que a Banda MISTURA PAULISTA, da Capital, contratada para animar a noite, conseguiu, em todas as seleções musicais, abarrotar por completo a pista de dança. As canções executadas pelo conjunto paulistano foi algo simplesmente espetacular.

Tanto o extrovertido e dono de uma voz invejável, o cantor Gilson, bem como a única representante feminina na banda, a cantora Dione “arrebentaram”. Teve momento em que a pista era uma só voz, especialmente quando a talentosa Dione “levou ao ar” a música da “baianinha” Ivete Sangallo: Sorte Grande (Poeira). Naquele instante, de fato, levantou poeira mesmo!

Parabéns, queridos amigos diretores (todos, indistintamente) deste clube que, a cada dia que passa, vem se desenvolvendo admiravelmente (em todos os sentidos). Parabéns, grande comandante João Francisco Chávari, por estar à frente de um grupo de pessoas comprometidas integralmente com o projeto esboçado há pouco mais de sete anos, que visava, unicamente, fazer o clube atingir o mesmo patamar de prosperidade obtido nos tempos da Administração do saudoso Presidente, Doutor Plínio Paganini. Parabéns, prezado amigo Luiz Carlos Bardela, digno Diretor do Departamento Social Tricolor, pela competência e, mais ainda, pela humildade em buscar apoio de colaboradores que “são do ramo” e que deram uma valiosa contribuição para o êxito deste tradicional baile.

Meu abraço desta semana é endereçado a um casal muito especial, com quem curti momentos maravilhosos naquela noite: meus amigos Vera e Joaquim Pereira da Silva.

Também, com o mesmo carinho abraço um grande articulista esportivo da terrinha, aliás, um dos maiores conhecedores de tudo o que rola no “mundo da Bola”, além, claro, de ter sido um craque fantástico nos gramados: meu amigo Sérgio Masqueti. Para a minha satisfação, todos são assí duos leitores dos meus contos semanais.

Rubens de Almeida – Alemão

alemao.famesp@gmail.com